O blogue sobre divulgação, promoção e cultivo de várias espécies de plantas frutíferas pouco comuns em Portugal.

Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013

Tarde pintada

Por não sei que pintor.

Nunca vi tanta cor

Tão colorida!

Se é de morte ou de vida,

Não é comigo.

Eu, simplesmente, digo

Que há fantasia

Neste dia,

Que o mundo me parece

Vestido por ciganas adivinhas,

E que gosto de o ver, e me apetece

Ter folhas, como as vinhas.


Miguel Torga


Avenue of Poplars in Autumn, 1884. Van Gogh.
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publicado por Marco Rebelo às 19:31
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

Lá se foram as férias e o outono está aí quase de regresso. Tempo ainda de apanhar alguns frutos de verão, entre eles, os maracujás roxos.

A pequena ramada de maracujás com 2 anos tem dado frutos que vão caindo ao chão de maduros de tempos a tempos. Quando adquirem uma aparência com pele escura e rugosa é sinal que já estão doces e bons para serem consumidos. Fruta sumarenta e perfumada, pode ser utilizada ao natural ou na preparação de sumos e refrescos, em que pode ser diluido com água e adicionado açúcar.

Como curiosidade o maracujá também é designado como o "fruto da paixão" devido aos missionários jesuitas do século XVI, que viram na sua flor semelhanças com a coroa de espinhos de Cristo.

 

Bem maduros são bastante agradáveis consumidos simples.
 
Bons também para fazer sumos.
 
Ainda sobraram alguns pés prontos para transplantar para quem quiser adquirir (grátis)
publicado por Marco Rebelo às 22:02
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Sábado, 24 de Agosto de 2013

Tempo de colheita dos gojis lusitanos cá do quintal. É neste mês que os gojis produzem a maior quantidade de frutos. Apesar disso, ainda se vêem muitas flores nos ramos e em setembro e outubro haverá em principio mais alguns gojis para apanhar.

 

Ataque de pardais

 

Comparando com o ano passado, este ano os gojis produziram uma quantidade um pouco maior. Mas nem tudo correu bem. O ataque dos pardais foi o maior problema. Por razões estranhas, e apesar de terem sido utilizadas várias formas que os manter á distância, uma boa parte dos gojis acabou mesmo por ser comida por estas aves.

Para o próximo ano têm de ser tomadas medidas mais eficazes para tentar evitar melhor este problema. Talvez um tipo qualquer de rede de protecção ou outro tipo de artimanha.

Por agora há que apanhar os gojis restantes. Ultimamente os pardais não têm aparecido muito. Talvez tenham ido de férias para algum lado...{#emotions_dlg.style}

 

A desidratação

 

Ao contrário dos gojis frescos, os gojis secos têm a vantagem de poder ser guardados durante algum tempo sem se estragarem.

Ainda não foi feita uma experiência real de secagem das bagas. O método de secagem das bagas ao sol pode acarretar vários inconvenientes: pode demorar vários dias, levando á oxidação e deterioração das bagas; é um processo que pode implicar contaminação com insectos e poeiras se não forem tomadas certas precauções. O ideal será um processo de secagem que dure no máximo 48 horas para evitar perdas nutricionais.

Creio que o metodo mais eficaz e higiénico será utilizar um aparelho eléctrico normal de desidratação de alimentos.

 

Como utilizar as bagas

 

Depois de estarem bem maduras podemos misturá-las em saladas de fruta, batidos, iogurtes, etc.

 

 
 
 
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publicado por Marco Rebelo às 17:58
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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013

 

Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) obtiveram, através de "técnicas de clonagem", um "conjunto de plantas seleccionadas" de tamarilho "altamente promissoras para afirmar a produção e consumo deste fruto exótico" em Portugal.

 

A partir de material vegetal proveniente de diferentes origens, designadamente da Madeira e dos Açores (onde há pequenas produções), os investigadores conseguiram desenvolver "um método de clonagem por embriogénese somática" (processo que permite "multiplicar plantas seleccionadas") do tamarilho, anunciou hoje a UC.

 

Fruto originário da América do Sul, "ainda pouco conhecido em Portugal", tanto pela população como pelos produtores e pela indústria, o tamarilho possui "características nutricionais muito interessantes, devido ao elevado índice antioxidante e baixo teor calórico".

 

A técnica utilizada pelos investigadores permite a manutenção, através das plantas seleccionadas, das “características originais com interesse e garantir uma produção rápida e resistente”, como, por exemplo, a “pragas e intempéries”, o que “no caso do tamarilho assume grande importância, já que é uma fruteira muito sensível às geadas”.

 

Os métodos convencionais de propagação por semente “não permitem manter a qualidade da planta mãe”, salienta a bióloga Sandra Correia, que desenvolveu a sua tese de doutoramento no âmbito desta pesquisa.

 

Os resultados da investigação, desenvolvida no Centro de Ecologia Funcional da UC, têm um grande potencial de aplicação na gastronomia e na indústria, acredita Jorge Canhoto, coordenador do estudo.

 

“Há dez anos”, o mirtilo “também não era conhecido em Portugal e agora, não só é muito consumido”, como também é já significativa a sua exportação, refere o especialista, sublinhando que existe “plantas, os genótipos de excelência e a tecnologia para transferir para indústria”.

 

Trata-se de “um nicho económico a explorar”, sustentam os autores do estudo, sublinhando que “a designada gastronomia gourmet aposta em produtos novos e o tamarilho, devido à sua característica agridoce, pode fazer diferença no cardápio” – é um fruto “excelente para inovar e surpreender nos doces, sumos, compotas e pratos gastronómicos”.

 

Com um ensaio piloto em curso no Jardim Botânico da UC, os investigadores tencionam “micropropagar plantas em larga escala”, no âmbito da UC InProplant, uma associação estabelecida entre a UC e a empresa InProplant, que tem como principais áreas de actuação os sectores agro-frutícola e florestal.

 

Fonte:  Lusa

 

Daqui a pouco tempo os tamarilhos vão começar a amadureçer

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publicado por Marco Rebelo às 13:45
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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

Toda a gente sabe o que são espantalhos. Já os vimos muitas vezes pelas hortas e terras, e fazem parte do nosso imaginário. Bonecos mais ou menos elaborados feitos com roupas velhas de cores garridas, com um corpo cheio com palha ou outro material. Bonecos que tentam imitar pessoas, usados para afugentar os pássaros das culturas.

 

Ataque aos gojis

 

Falando em espantalhos, como se sabe os pardais ladrões são talvez a maior praga dos gojis. Já falamos um pouco sobre isso há algum tempo atrás em: http://gojiberries.blogs.sapo.pt/4821.html.

A primavera trouxe uma grande quantidade de aves jovens, entre elas os pardais ladrões. Costumam atacar tanto a folhagem como os frutos mal estes começam a amadurecer.

 

 Logo que amadurecem os primeiros gojis...
 

...os pardais tentam logo dar cabo deles.

 

Algumas ideias que podem ajudar

 

Vamos simplesmente tentar mantê-los á distância, usando objectos que reflictam luz. Por exemplo alguns cd´s velhos pendurados por fios, ou mesmo pedaços de fita adesiva de aluminio, daquela utilizada na vedação de tubos e condutas metálicas e que podemos colar facilmente nas estacas.

Outra ideia interessante dada pelo amigo Augusto é a utilização de "vira-ventos". Aqueles pequenos moinhos de vento que muitos de nós faziamos na escola com quadrados de cartolina multicolor cortados e dobrados, presos com pioneses a um pau de madeira. As cores vivas e o movimento são capazes de afugentar a passarada. 

Ou porque não fazer um espantalho a sério? É só preciso alguns materiais e alguma imaginação.

 

 
 
Advertência
 
Este blog é para todos os amantes de plantas e da natureza em geral, não só das plantas como também dos animais. Aqui todas as experiências com as plantas são feitas sem recurso a qualquer tipo de violência animal. Pronto... talvez um ou outro pulgão tenha sucumbido, mas mais nada...a sério. {#emotions_dlg.angel}
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publicado por Marco Rebelo às 14:45
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De regresso á experiência dos amendoins. Esta experiência demorou e correu bastante mal. Uma das causas deveu-se a questões climatéricas, nomeadamente o excesso de chuva que se fez sentir há uns tempos atrás. Descascados e semeados acabaram todos por apodrecer por causa de excesso de água no solo. Após isto, experimentei semear mais alguns, mas desta vez inteiros e num vaso, para os manter abrigados da chuva, regando-os só um pouco de tempos a tempos.

Desta vez resultou, talvez por as sementes não estarem em contacto directo com a humidade germinaram todos sem dificuldade. Foram retirados do vaso com cuidado e plantados no quintal.

 

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publicado por Marco Rebelo às 12:19
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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013

Para quem está interessado em ter em casa uma planta frutifera rara e tem dificuldades em adquiri-la, dou a conheçer que a querida Ana Santos possui um pequeno stock de plantas que pode disponibilizar a preços simbólicos. Entre outras estão por exemplo as physalis, maracujás, tamarilhos, granadilhas, gojis, etc. Mas ela só faz entrega em mão e só em Aveiro.

Ficam algumas fotos e fica também a morada do blog para quem estiver interessado: http://plantasraras.blogs.sapo.pt/

 

publicado por Marco Rebelo às 19:52
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Domingo, 16 de Junho de 2013

Depois dos maracujás, dos tamarilhos e da feijoa agora são os gojis a dar flores. São flores roxas, amareladas e algumas brancas até.
Os gojis sofreram uma poda ligeira no inverno e de momento retomaram o crescimento normal principalmente em altura. Vamos deixá-los crescer á vontade pois são os ramos novos que que vão produzir os gojis. Alguns deles crescem para cima mas acabam por tombar para baixo com o peso.
Mais tarde será interessante comparar a quantidade de frutos produzidos este ano com os do ano passado. Em princípio produzirá mais este ano. Vamos ver o que acontece.

 

E claro não esquecer que quando os gojis começarem a amadurecer há que ter cuidado com os pardais ladrões. Eles já andam por aí a rondar preparados para atacarem quando menos se espera. Pássaros chatos, sempre em cima dos muros, comem tudo, não cantam, não trabalham, só andam em bando e fazem bostas em cima do carro e em todo o lado. Mas não tenho nada contra eles. Até gosto de os ver pelos quintais. Dos outros.

{#emotions_dlg.sarcastic}

 
 
 
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publicado por Marco Rebelo às 11:52
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Sábado, 15 de Junho de 2013

Um aspecto que pode ser importante para o bom estado dos gojis é o tipo de rega.

Por exemplo tenho observado que plantas que se encontram em jardins, e que são regadas por sistemas de rega automáticos de aspersão têm tendência a ficarem com aspecto debilitado. A causa pode ser provocada por elevada humidade e pela diferença de temperaturas entre a água e a folhagem dos gojis que fica molhada durante a rega de aspersão e que pode provocar o aparecimento de certos fungos. É difícil determinar com total certeza e é só um palpite baseado em observações.

Pelo sim pelo não, é melhor ter o cuidado de regar os gojis pela manhã ou ao fim da tarde, fora das horas de maior calor, directamente no solo, junto ao pé.

 

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publicado por Marco Rebelo às 19:15
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

Há muito tempo que não havia novidades sobre a feijoa. Nascida de semente há 2 anos, tem crescido muito apesar de estar num vaso. Este ano ainda vai ser mantida assim. Mais tarde poderá ser mudada se for necessário. Começa agora a mostrar as primeiras flores.

 

Nas pontas dos ramos desenvolveram-se botões que mais tarde acabaram por abrir, resultando em flores de cor vermelha bastante atraentes e decorativas. Estas flores costumam permanecer abertas durante mais de 15 dias.

A feijoa resiste bem ao inverno em Portugal e é normal suportar temperaturas de até -12 graus. Para quem pretende propagar plantas deste tipo o método mais eficaz são as sementes, e basta para isso semeá-las na primavera.

 

Para já, não foi feito nenhum tipo de poda. É uma espécie que requer sol directo ou meia sombra e pode ser deixada crescer naturalmente resultando num arbusto. Em alternativa pode ser efectuada uma poda de maneira a dar a forma de árvore.  

Resta agora aguardar que os frutos vinguem e amadureçam. Lá mais para inicio do outono...

 

    
 
 
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publicado por Marco Rebelo às 14:23
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Terça-feira, 4 de Junho de 2013

O maracujazeiro cá do quintal tem crescido a olhos vistos. No ano passado produziu poucos frutos (uns 20), mas costuma ser normal visto ser o primeiro ano. Apartir deste ano em diante a quantidade de frutos tende a ser maior.

O maracujá roxo é uma espécie de maracujá que se adapta bem ao frio por isso aguenta bem os invernos. Logo que chegou a primavera começou a crescer rapidamente e com vigor. Penso que é um tipo de planta que não necessita de qualquer tipo de poda. Apenas é suficiente retirar os ramos e folhas secas. Foi aplicado um pouco de adubo azul para tentar melhorar um pouco mais a produção. Tem agora muitas flores e muitos frutos. Resta esperar pelos frutos maduros. O verão promete.

 

As primeiras flores de maracujá roxo do ano
 
E os primeiros frutos
 
A ramada do maracujazeiro
 
Paus presos e postes suportam o crescimento da planta
 

Muitas flores. Este ano a colheita promete

 

publicado por Marco Rebelo às 23:23
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Segunda-feira, 3 de Junho de 2013

Depois de semeados os primeiros maracujás começaram a germinar passados 15 dias. Nem todas as sementes nascem ao mesmo tempo. É normal algumas delas demorarem um mês ou mais a germinar.

Para esta sementeira foram utilizadas sementes retiradas de alguns frutos colhidos no ano passado. Basta deixar amadurecer completamente alguns deles e guardá-los inteiros mal caiam ao chão. Acabam por secar completamente passadas algumas semanas. Podemos assim guardá-los desta forma até a altura de os semear, para isso bastando depois abri-los e retirar as sementes do seu interior.

 

Foram distribuídos por vários vasos. Mais tarde, no princípio de outono, quando as plantas atingiram uns 20 centímetros de altura podem ser transplantadas para os lugares definitivos. Há que ter em conta que deverá ser um lugar com espaço suficiente para serem tutoradas.

 

 
 
publicado por Marco Rebelo às 22:55
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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

As 3 granadilhas nascidas há exactamente um ano têm crescido bastante bem agora na primavera. O tempo mais quente com a ajuda de um pouco de adubo azul produziram efeitos visiveis. Á primeira vista as granadilhas possuem folhas tenras e ramas frágeis mas para meu espanto resistiram sem problemas ao inverno e não sofreram minimamente as agruras desta estação.

 

 

No ano passado foram todas transplantadas para perto do pé de maracujá roxo. Ficam protegidas do vento por um muro virado para o sol todo o dia, por outro lado mais tarde podem partilhar a pequena ramada construida para o maracujá.

Estão com uma altura de cerca de 1 metro e foi necessário colocar estacas para suportar o crescimento. Visto serem plantas trepadeiras possuem gavinhas que se enrolam e que se agarram ás estacas e ao muro. Vamos esperar que deem frutos este ano. Entretanto é melhor estar atento aos caracóis. Tal como acontece com as folhas de maracujá, parece que também adoram folhas de granadilha... 

 

  
 
publicado por Marco Rebelo às 22:55
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Domingo, 28 de Abril de 2013

A Germinação

 

Foram usadas sementes de um fruto colhido no ano passado. Depois de bem lavadas e postas a secar ao sol foram semeadas num pequeno vaso com terra comum retirada do quintal. A germinação das primeiras plantas ocorreu com 20 dias.

Não germinaram todas as sementes mas são suficientes porque cada planta produz bastantes frutos. Mais tarde poderão ser retiradas e separadas para poderem ser plantadas nos seus lugares definitivos.

 

 
 
Novos Rebentos
 
O tamarilho resistiu bem ao frio e ás geadas do inverno. Ao contrário do primeiro ano, neste inverno que passou já não foi necessário tomar nenhuma medida de protecção contra o frio. No primeiro ano é conveniente proteger um pouco com um plástico senão corremos o risco de a planta morrer.  Nota-se que com o crescimento este tipo de plantas vai ganhando uma estrutura lenhosa capaz de resistir ao frio. Apenas se verificaram algumas folhas queimadas provocadas por algumas noites em que caiu geada, mas nada mais.
 

  

Logo que chega a primavera o tamarilho começou a ganhar novos rebentos. Perdeu a maioria da folhagem durante o inverno. Nessa altura aproveitei para cortar alguns ramos que me pareciam supérfluos. Não quero que cresça exageradamente fazendo sombra ao resto das culturas do quintal, e por outro lado espero deste modo que o tamarilho ganhe mais "força" e que produza frutos com melhor qualidade.
De cima a baixo o tamarilho enche-se de novos rebentos. Tanto os do tronco como os dos ramos principais foram retirados. Se crescessem provavelmente iriam "sufocar" a planta e não sei até que ponto frutificava convenientemente. Por outro lado assim o tamarilho fica com um aspecto mais arejado.
Rebentos excedentes retirados podem ser aproveitados para produzir novas plantas. Basta plantá-los tendo o cuidado que os manter bem regados e á sombra enquanto não enraizam.
Está agora a começar a ganhar as primeiras flores. É bom sinal aparecerem cedo porque deste modo haverá frutos cedo. A ver vamos...
 
 
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publicado por Marco Rebelo às 22:53
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

As chuvas passaram e o mau tempo também. Chega agora o calor. Os melros cantam e fazem ninhos nas árvores do jardim e do quintal. Voam por todo o lado á procura de pequenos frutos, gostam de morangos ou azeitonas. E gostam de saltar pela relva á cata de insectos e minhocas. Este ninho está numa laranjeira do quintal. Aves em liberdade que voam pelos céus. É assim a primavera...

 

 
 
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publicado por Marco Rebelo às 22:45
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