O blogue sobre divulgação, promoção e cultivo de várias espécies de plantas frutíferas pouco comuns em Portugal.

Sábado, 24 de Agosto de 2013

Tempo de colheita dos gojis lusitanos cá do quintal. É neste mês que os gojis produzem a maior quantidade de frutos. Apesar disso, ainda se vêem muitas flores nos ramos e em setembro e outubro haverá em principio mais alguns gojis para apanhar.

 

Ataque de pardais

 

Comparando com o ano passado, este ano os gojis produziram uma quantidade um pouco maior. Mas nem tudo correu bem. O ataque dos pardais foi o maior problema. Por razões estranhas, e apesar de terem sido utilizadas várias formas que os manter á distância, uma boa parte dos gojis acabou mesmo por ser comida por estas aves.

Para o próximo ano têm de ser tomadas medidas mais eficazes para tentar evitar melhor este problema. Talvez um tipo qualquer de rede de protecção ou outro tipo de artimanha.

Por agora há que apanhar os gojis restantes. Ultimamente os pardais não têm aparecido muito. Talvez tenham ido de férias para algum lado...{#emotions_dlg.style}

 

A desidratação

 

Ao contrário dos gojis frescos, os gojis secos têm a vantagem de poder ser guardados durante algum tempo sem se estragarem.

Ainda não foi feita uma experiência real de secagem das bagas. O método de secagem das bagas ao sol pode acarretar vários inconvenientes: pode demorar vários dias, levando á oxidação e deterioração das bagas; é um processo que pode implicar contaminação com insectos e poeiras se não forem tomadas certas precauções. O ideal será um processo de secagem que dure no máximo 48 horas para evitar perdas nutricionais.

Creio que o metodo mais eficaz e higiénico será utilizar um aparelho eléctrico normal de desidratação de alimentos.

 

Como utilizar as bagas

 

Depois de estarem bem maduras podemos misturá-las em saladas de fruta, batidos, iogurtes, etc.

 

 
 
 
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publicado por Marco Rebelo às 17:58
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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013

 

Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) obtiveram, através de "técnicas de clonagem", um "conjunto de plantas seleccionadas" de tamarilho "altamente promissoras para afirmar a produção e consumo deste fruto exótico" em Portugal.

 

A partir de material vegetal proveniente de diferentes origens, designadamente da Madeira e dos Açores (onde há pequenas produções), os investigadores conseguiram desenvolver "um método de clonagem por embriogénese somática" (processo que permite "multiplicar plantas seleccionadas") do tamarilho, anunciou hoje a UC.

 

Fruto originário da América do Sul, "ainda pouco conhecido em Portugal", tanto pela população como pelos produtores e pela indústria, o tamarilho possui "características nutricionais muito interessantes, devido ao elevado índice antioxidante e baixo teor calórico".

 

A técnica utilizada pelos investigadores permite a manutenção, através das plantas seleccionadas, das “características originais com interesse e garantir uma produção rápida e resistente”, como, por exemplo, a “pragas e intempéries”, o que “no caso do tamarilho assume grande importância, já que é uma fruteira muito sensível às geadas”.

 

Os métodos convencionais de propagação por semente “não permitem manter a qualidade da planta mãe”, salienta a bióloga Sandra Correia, que desenvolveu a sua tese de doutoramento no âmbito desta pesquisa.

 

Os resultados da investigação, desenvolvida no Centro de Ecologia Funcional da UC, têm um grande potencial de aplicação na gastronomia e na indústria, acredita Jorge Canhoto, coordenador do estudo.

 

“Há dez anos”, o mirtilo “também não era conhecido em Portugal e agora, não só é muito consumido”, como também é já significativa a sua exportação, refere o especialista, sublinhando que existe “plantas, os genótipos de excelência e a tecnologia para transferir para indústria”.

 

Trata-se de “um nicho económico a explorar”, sustentam os autores do estudo, sublinhando que “a designada gastronomia gourmet aposta em produtos novos e o tamarilho, devido à sua característica agridoce, pode fazer diferença no cardápio” – é um fruto “excelente para inovar e surpreender nos doces, sumos, compotas e pratos gastronómicos”.

 

Com um ensaio piloto em curso no Jardim Botânico da UC, os investigadores tencionam “micropropagar plantas em larga escala”, no âmbito da UC InProplant, uma associação estabelecida entre a UC e a empresa InProplant, que tem como principais áreas de actuação os sectores agro-frutícola e florestal.

 

Fonte:  Lusa

 

Daqui a pouco tempo os tamarilhos vão começar a amadureçer

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publicado por Marco Rebelo às 13:45
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Obrigado!É uma boa ideia e parece ser eficaz.Aqui ...
Marco,Única solução é rede anti-pássaro.Há que já ...
Boa noite!Não precisa de ser podada para dar fruto...
Olá sabe me dizer se a goji precisa de ser podada ...
O ideal é apanhá-los quando estiverem com a "capa"...
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